Vazamento de dados
A decisão da 22ª Vara Cível Federal de São Paulo de negar liminar do Instituto Brasileiro de Defesa de Proteção de Dados Pessoais, Compliance e Segurança da Informação, conhecido como Instituto Sigilo, contra a Serasa não encerra a disputa, sustenta em entrevista ao site Convergência Digital, o presidente da entidade, Victor Gonçalves. Ele conta que a ação impetrada contra a Serasa é ‘gigante e durou mais de um mês para ser formulada’.
“Fizemos uma investigação particular e há indícios, sim, que a base de dados vazada de mais de 100 milhões de brasileiros contém informações da Serasa. O juiz negou a liminar inicial, mas convocou a ANPD, e deu prosseguimento à ação. Tenho convicção que a Serasa perdeu.
Eles vão ter de se explicar se a base de dados era deles ou não. De qualquer forma, vamos pedir a reconsideração porque o juiz não analisou o pedido específico contra a Serasa. Acreditamos que será necessária uma perícia, inclusive com os dados obtidos nas prisões dos hackers“, pontuou Gonçalves.
O executivo antecipou ainda ao Convergência Digital que o Instituto Sigilo prepara uma ação contra as teles por conta de vazamentos de dados. Gonçalves não revelou quando a ação será impetrada, mas sustenta que as operadoras têm um formato de negociação de dados que é, segundo a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, ilegal.
“Não queremos demonizar ninguém. Mas a ação contra as teles será do mesmo porte da Serasa. Na verdade, elas são contíguas. Se os vazamentos aumentam, geram uma desconfiança no mercado para os negócios voltados aos dados”, completou.
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